Archive for the ‘Quem foi?!?’ Category

Samuel Nyströn

Posted: 23/12/2010 in Quem foi?!?

Erik Gustaf Samuel Nyström chegou ao Brasil em 1916. Ele foi um dos primeiros missionários suecos pentecostais em terras brasileiras. Em 1924, quando o pioneiro Gunnar Vingren, fundador da Assembleia de Deus no Brasil, teve de deixar a direção da igreja em Belém do Pará para dirigir o então incipiente trabalho no Rio de Janeiro, o missionário Samuel Nyström, enviado ao Brasil pela Igreja Filadélfia em Estocolmo, Suécia, assumiu a liderança da igreja paraense no lugar de Vingren.

Nyström foi o instrumento usado por Deus na nova fase de crescimento da obra no Pará. Foi ele quem idealizou, inaugurou e dirigiu a primeira Escola Bíblica de Obreiros em Belém. Em 30 de outubro de 1926, inaugurou o primeiro templo-sede da Assembleia de Deus em Belém, na presença de 1,2 mil pessoas. Em 1927, deu início ao movimento beneficente em favor das viúvas de pastores.

Em 1930, despediu-se de Belém em direção ao Rio de Janeiro, deixando em seu lugar o missionário Nels Nelson. Nyström já havia visitado o Rio em abril de 1925. Era, como os registros da época relatam, um obreiro companheiro e maduro, e conhecido como grande pregador e ensinador. Conta-se que ele falava, além do sueco e do português, inglês, francês e alemão fluentemente, conhecia o texto bíblico nos originais grego e hebraico, e era exímio doutrinador. É autor do livro Jesus Cristo, Nossa Glória, publicado pela CPAD, e de alguns hinos da Harpa Cristã. Sua vinda foi uma grande conquista para a obra no Brasil.

Em 14 de agosto de 1932, Samuel Nyström substituiu Gunnar Vingren na direção da igreja no Rio de Janeiro. O trabalho, como era de se esperar, continuou crescendo. Nesse período, a Assembleia de Deus que mais crescia no país passou a ser a do Rio.

Nyström presidiu a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) na maior parte dos anos 30 e 40. O ano de 1943 ficaria para sempre lembrado como o ano da evangelização e do ensino bíblico na AD no Rio de Janeiro. De março a maio daquele ano, a igreja distinguiu-se pelas intensas atividades evangelísticas, que aumentaram de forma patente o número de membros da igreja. Quanto ao ensino, a Escola Bíblica daquele ano foi considerada uma das mais expressivas de todas, pela qualidade e eficiência da instrução.

Em 1944, a AD do Rio de Janeiro completava 20 anos de existência. Liderada pelo pastor Samuel Nyström, ela realizou um dos acontecimentos mais notáveis de sua história. No dia 24 de junho de 1944, todos os membros foram mobilizados e em uma hora foram distribuídos na capital cerca de 200 mil folhetos e igual quantidade de evangelhos. Centenas de irmãos percorreram as ruas da cidade distribuindo a literatura evangelística, numa das melhores comemorações de aniversário da AD no Rio em todos os tempos.

Em 1960, quando já estava de volta à Suécia, Samuel Nyström partiu para pátria celestial. Ele deixou saudades tanto aos obreiros brasileiros como aos suecos, e um exemplo de vida ministerial que jamais será esquecido. (Revista Ensinador Cristão, nº 45, CPAD – pág 17)

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ESTEVÃO O PRIMEIRO MÁRTIR

 Nos capítulos 6 e 7 de Atos vemos se levantar no cenário bíblico um homem cheio do Espírito Santo de Deus chamado Estevão, cujo testemunho lhe custou a própria vida. Um homem que tinha um profundo conhecimento das coisas de Deus e que tinha todas as qualificações para o serviço cristão. Cheio de autoridade e poder, falava com ousadia e intrepidez não sendo superado nem pelos doutores da Lei que havia na época, o que os levou a fazer uso da força para calar o discurso do Santo de Deus.

O CENÁRIO DO SÉCULO I (1)

O Cristianismo nascera em meio a um grupo de pessoas simples, com escassos recursos financeiros e intelectuais, compostos em sua maioria por pescadores, escravos, escambadores, lenhadores, forasteiros e peregrinos. A mensagem dos primeiros seguidores de Jesus Cristo tocava profundamente o coração daquela gente sofrida e marginalizada pela exclusão social dos opressores romanos que os tratavam como escravos e escabelo dos césares.

Anás e Caifás, a dupla representante dos interesses de Roma na Palestina, estava lá para dizer somente “sim” a césar e seus comandados que oprimiam os judeus e conseqüentemente os cristãos cobrando-lhes pesada carga tributária e excluíam-nos de seus direitos mais basilares. 

A PREGAÇÃO DE ESTEVÃO

O Espírito Santo deu a Estevão poder para realizar prodígios e grandes sinais entre o povo (v. 8) e lhe deu grande sabedoria para pregar o evangelho de tal maneira, que seus oponentes não podiam contestar os seus argumentos (v. 10; cf. Êx 4.15; Lc 21.15) (2).

  • Ele faz um pequeno esboço do Antigo Testamento, desde Abraão, passando por Davi e Salomão e os profetas até chegar a Jesus Cristo;
  • Ele é o precursor de todos quantos defendem a fé bíblica;
  • O amor de Estevão à verdade e sua disposição em dar a vida para salvaguardá-la, contraria aqueles que pouco se interessam por batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos (Jd v.3);

 7 ACUSAÇÕES QUE OS ENFURECERAM (3)

No caso de Estevam, sua pregação denunciava não só a hipocrisia dos fariseus e saduceus, como também o assassinato do Príncipe da Paz. (4)

  • Ter a cerviz dura (v 51)
  • Ser incircuncisos de coração (v 51)
  • Ser incircuncisos de ouvido (v 51)
  • Resistir ao Espírito Santo (v 51)
  • Trair o Messias (v 52)
  • Matar o Messias (v 52)
  • Recusar-se a obedecer a Lei (v 53)

 A MARAVILHOSA VISÃO DE ESTEVÃO

Ao ouvirem o discurso de Estevão rangeram os dentes conta ele, endureceram o coração, clamaram por vingança, taparam os ouvidos, se revoltaram, expulsaram e mataram o pregador.

Mas ao fitar os olhos nos céus Estevão, cheio do Espírito Santo tem uma visão:

Então disse a eles: “Olhem eu estou vendo os céus abertos e Jesus, o Messias, em pé ao lado direito de Deus!(5)

A Bíblia normalmente fala de Jesus assentado à direita de Deus (2.34; Mc 14.62; Lc 22.69; Cl 3.1). Mas aqui, conforme a tradução literal do grego, Jesus colocou-se de pé para dar as boas-vindas ao seu primeiro mártir que morria por amor a Ele. Estevão confessara a Cristo diante dos homens e defendera a fé. Agora Cristo, honrando o seu servo, confessa-o diante do seu Pai celeste. (6)

CONCLUSÕES

  • Devemos estar cheios do Espírito Santo de Deus;
  • Devemos conhecer as escrituras;
  • Temos que batalhar pela fé que uma vez nos foi dada;
  • Precisamos ter uma posição totalmente contrária à hipocrisia e ao farisaísmo;
  • Não devemos nos intimidar pela oposição que muitos fazem ao evangelho;
  • O Salvador está em pé pronto para acolher, como intercessor e advogado, o crente fiel que enfrenta a morte por Ele (cf. Mc 8.38; Lc 12.8; Rm 8.34; 1 Jo 2.1).

 NOTAS

  1. Os Grandes Mártires do Cristianismo de Estevão a Luther King – Jeovah Mendes. Págs. 18,19;
  2. Bíblia de Estudo Pentecostal. Nota de Atos 6.8;
  3. Bíblia Anotada Dake. Pág. 1794;
  4. Os Grandes Mártires do Cristianismo de Estevão a Luther King – Jeovah Mendes. Pág. 19;
  5. Bíblia Viva. Atos 7.56;
  6. Bíblia de Estudo Pentecostal. Nota de Atos 7.56.

Papa Inocêncio III

Posted: 18/06/2009 in Quem foi?!?

 Afogando a Europa no sangue de inocentes cristãos evangélicos

Inocencio_III,_Subiaco

Papa de 1198 a 1216, Inocêncio foi eminente teórico da teocracia pontificial. A seu ver, o Papa era um intermediário terreno entre Deus e os reis. Deste ponto de vista decorreram seus desentendimentos com Filipe Augusto, da França. Ainda por sua iniciativa, foi empreendida a quarta cruzada – que teve como único resultado a tomada e o saque de Constantinopla (1204); a cruzada contra os albigenses, pela qual também foi responsável, trouxe muito mais benefícios aos Capeto do que à Igreja.

Dos 265 papas entronizados até o momento (incluindo João Paulo II), Inocêncio III foi o Pontífice que mais sangue derramou, ao longo da trajetória da Igreja Católica, com suas sangrentas guerras, cruzadas, conversões forçadas, inquisições e autos-de-fé, de que tivemos notícia pelos anais da História. Sua crueldade em nada ficaria a dever a genocidas como Genghis Khan, Hitler, Stálin e Pol Pot, os mais desumanos dos ditadores terrestres.

Nicola Aslan enfatiza: “Estando em guerra com vários barões e uassalos, o Conde Raimundo VL de Toulouse, recebeu a visita do legado papal. Apresentando se como mediador; o enviado do Papa anunciou que seriam feitas a reconciliação e a paz com a condição de que as tropas reunidas servissem para a destruirão dos albigenses. Porém) o Conde Raimundo VI não quis dar passagem em seus Estados para que seus inimigos matassem os seus próprios súditos”.

Villemain, em Cours de Littérature Française escreve, relativamente às conseqüências desse gesto de independência e soberania: Então o sanguinário pacificador declarou-o cistico e rebelde à Igreja) lançando-lhe a anátema) depois escreveu à corte de Roma, O Papa Inocêncio IH, por sua vez, enviou a Raimundo uma carta cheia de insultos, ameaçando-o de arrebatar-lhe os domínios “que recebem da Igreja Universal’ (a Católica, obviamente).

Estamos no período mais alto da teocracia, que pretendia estender o seu domínio sobre toda a Cristandade, não somente de jure, mas também de fato. Em 14 de janeiro de 1208 – tendo um pequeno vassalo do Conde Raimundo VI morto o legado Pedro de Castelnau, que ria véspera havia injuriado o Conde de Toulouse, porque este não se mostrava zeloso em cumprir sua promessa de exterminar os súditos heréticos -, teve inicio a Cruzada dos Albigenses.

cruzadas

Não foi somente o assassinato acidental do legado o fator que produziu esta guerra funesta“, diz Villemain. A própria heresia dos albigenses não foi a causa única. Reinava, desde há muito tempo, uma luta entre o pensamento livre e o poder da Igreja, entre a poesia e a pregação. Deste entrechoque constantemente dardejavam palavras amargas e cruéis, que feriam o poder de Roma e que pareceria um escândalo em nosso tempo. A vida desordenada do clero fornecia copiosos elementos à amargura desta censura leiga. Já há muitos anos, os próprios santos se queixavam da conduta dos padres. “Quem me dará“, dizia São Bernardo de Claraval, “ver, antes de morrer, a Igreja de Deus como era nos seus primeiros dias?”

O Papa Inocêncio III escreveu então ao clero e à nobreza da França, para ordenar uma cruzada contra os heréticos, a seguir desligando do juramento de fidelidade os súditos de Raimundo VI – mas, ao mesmo tempo, oferecendo os seus Estados a qualquer católico que os quisesse conquistar. Durante todo o ano, os emissários do Papa percorreram a França, pregando aos semibárbaros do norte a cruzada contra os heréticos do sul. Conceder­-lhes-iam, para isso, os mesmos direitos e as mesmas indulgências de que gozavam os cruzados da Terra Santa. Uma multidão de prelados e de barões pôs-se então em marcha, seguidos por vassalos, mercenários, aventureiros e bandidos de todas as nações. Tais tropas, segundo alguns historiadores, chegaram a atingir a cifra de 500.000 homens.

O exército dos cruzados reuniu-se em Lião. Para esta expedição, que foi julgada extremamente rendosa, banqueiros, usurários e ricos mercadores adiantaram capitais, como se a mesma fosse uma empresa puramente comercial. Deveriam ser reembolsados com vinho, trigo, estofos e mesmo domínios e castelos tomados aos albigenses. Isto, de certo modo, explicaria a inclemência da repressão a eles movida. No entanto os cruzados, embora tendo assumido compromissos comerciais com os agiotas, combatiam primordialmente pela pureza da Fé.

Em 21 de Julho de 1209, sob o comando de Raimundo de Toulouse que se tinha finalmente submetido, impressionado com as providências tomadas por Inocêncio III -, o exército dos cruzados faz o cerco a Beziers. Intimados por seu próprio bispo a fazer a entrega dos heréticos, os habitantes da cidade recusaram-se com energia e responderam: “Relatai ao Legado que a nossa cidade é boa e forte) que Nosso Senhor não deixará de nos trazer socorros e que) antes de nos entregarmos comeremos nossos próprios filhos”. 55 Um grupo de defensores, burgueses célebres em todo o sul pela sua energia, saiu em ataque aos aventureiros cruzados. Surpreendidos de início, os cruzados repeliram finalmente os habitantes de Beziers e penetraram na cidade. Uma parte do exército seguiu-os, dando inicio ao massacre. A cidade foi saqueada e depois incendiada, queimando durante dois dias. Ninguém escapou.

Fernand Niel, em Albigeois et Cathares, faz o seguinte comentário:

“Heréticos, católicos) mulheres e crianças) todos foram confundidos neste gigantesco· massacre) que relembrou os dias das invaes bárbaras. Os chefes católicos aplaudiram esta milagrosa vitória e cada qual exagerou o mais que pôde o número de vítimas. Foram até a cifra de 100.000, mas 30.000 parece ser uma avaliação razoável. Existe, contudo, um fato certo: o de que todos os habitantes foram mortos. Prossegue Niel: “No decorrer do massacre) coloca-se uma circunstância sobre a qual houve prolongadas dissertões. Foi perguntado ao abade de Cister, Arnaldo. Amalrico, legado do Papa) de que maneira os heréticos seriam distinguidos dos católicos) para que estes fossem poupados. Arnaldo Amalrico teria respondido: Matai-os todos, Deus reconhecerá os seus

Naturalmente esta frase foi violentamente controvertida. A maioria dos historiadores a considera apócrifa, mas os seus argumentos repousam, aqui também, sobre razões sentimentais. Reproduzida por um monge alemão, Cesário Heisterbach, que não participara da cruzada, mas a quem fora relatada, não existe nenhuma prova histórica de que não tenha sido pronunciada. Ela é, ao contrário, cruelmente confirmada pelos fatos. Qualquer que seja a autoridade dos escritores que lhe negam a autenticidade) é sem dúvida prudente ater-se à opino do beneditino Dom Vaúsette) o grande historiador da província do Languedoc) o qual, sem aceitá-Ia incondicionalmente) não a coloca completamente em dúvida

Os homens que participaram do sangrento massacre receberam do Papa Inocêncio III a certeza de que iriam direto para o Paraíso, sem escala, desviando-se do purgatório. Em Lauaur, em 1211) o governador foi enforcado e a esposa lançada dentro de um poço e esmagada com pedras. Quatrocentas pessoas nesta cidade foram queimadas vivas. Os cruzados assistiram à missa solene pela manhã e) em seguida) passaram a tomar outras cidades da área. Neste cerco) estimase que 100.000 albigenses (protestantes) caíram em um só dia. Seus corpos foram amontoados juntos e queimado! ‘. 57

Inocêncio III continuou incentivando o total extermínio de hereges, apóstatas e opositores da Igreja Romana, garantindo aos que executassem as matanças dos inimigos da Fé, o privilégio de, no Céu, sentarem-se ao lado de Jesus, da Virgem Maria e do castíssimo São José… Os católicos e outros fanáticos daqueles tempos acreditavam piamente que o Papa tivesse o poder de abrir e fechar os Portões da  Salvação, quando bem entendesse…

Jeová Mendes. Dos Porões Sombrios do Vaticano, 30 Papas que Envergonharam a História. pág 113

Teodoro de Beza

Posted: 16/06/2009 in Quem foi?!?

 teodoro

Théodore de Beze, conhecido entre os protestantes de fala portuguesa como Teodoro de Beza, foi um dos grandes heróis da Reforma Protestante. Teólogo francês, foi sucessor de João Calvino em Genebra. Ele nasceu em Vezelay, França, em 1519. Notabilizou-se em seus estudos naquele país, tendo inclusive lançado algumas obras de poesia em latim, tais como Juvenilia, de 1548. Por essa obra, Beza foi considerado um dos melhores escritores de poesia latina de sua época.

Convertidos a Cristo em 1548, ele e sua esposa Claudine resolveram deixar o círculo literário de Paris para se dedicar à causa da Reforma Protestante. Dirigiram-se, então, a Genebra, onde foram bem-recebidos pelo reformador João Calvino. Em 1549, Beza era professor de grego em Genebra. Com a morte de Calvino em 1564, Beza, já um professor e teólogo consagrado, dedicou-se a sua publicação da Bíblia em grego, tendo publicado em vida nove edições do Novo Testamento.

Uma edição póstuma, a décima, foi publicada em 1611. A mais famosa I edição publicada por Beza é a de 1582, em que ele incluiu alguns textos do Códice Beza e do Códice Claromontano.

Suas edições popularizaram o Textus Receptus. Os tradutores da versão do rei Tiago usaram as edições de Beza de 1588 e 1589.

Mas, Beza não ficou conhecido apenas pelas edições em grego do Novo Testamento. Ele também é o autor da conhecida peça teatral Abraão sacrificando, que escreveu em 1552, aos 33 anos. Esta famosa peça, que contrasta o catolicismo e o protestantismo, tem como personagens Abraão, Sara, Isaque, o Diabo, um anjo e um grupo de pastores, é considerada até hoje um dos mais belos trabalhos do tipo, no qual, segundo expressam especialistas, “se aliam admiravelmente força, graça, singeleza e eloquência”.

Outro grande destaque é sua obra de filosofia política, considerada um clássico: Do direito dos magistrados sobre seus sujeitos. Nela, Beza apresenta os argumentos da licitude para se responder às tiranias de seu tempo com “remédios justos” (termo criado e consagrado por ele), privilegiando não a luta armada, mas os instrumentos institucionais, previstos nas leis fundamentais de um reino. Escreveu muitas outras obras teológicas e filosóficas, mas destacou-se também pela vida de piedade. Seus historiadores afirmam que aliava intelectualidade e espiritualidade. Esse equilíbrio é um grande exemplo para nós hoje.

 Revista Ensinador Cristão nº 39 pág. 17

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