Archive for the ‘Pois é…’ Category

(Paralelo a “10 razões porque não vou à igreja”) 
 

Pessoas que não freqüentam os cultos sempre dão algumas desculpas razoavelmente interessantes para justificarem-se. Para mostrar a fraqueza dessas desculpas, alguém elaborou uma lista bem humorada chamada: “DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO”.

1 – Fui forçado a tomar banho quando era criança.

2 – Pessoas que se banham são hipócritas – elas se acham mais limpas que as outras.

3 – Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.

4 – Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.

5 – Nenhum dos meus amigos toma banho.

6 – Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.

7 – Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.

8 – Não tenho tempo.

9 – O banheiro é muito frio.

10 – Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.

A comparação é óbvia. A maioria das desculpas para não se ir à Casa de Deus, são furadas. Assim também são os motivos pelos quais as pessoas não dão atenção para os assuntos espirituais.

Pena que isso aconteça… Pena que muitos inventam tantas desculpas… Agora, pense um pouco: O que essas pessoas vão ouvir de Deus (O SENHOR; O criador do Céu e da terra) na hora da sua morte? ” Vinde benditos do meu Pai?”. Mesmo crendo no imenso amor, na graça e na misericórdia de Deus, creio também no seu juízo e creio que Deus não vai fechar os olhos para aqueles que se fizeram de surdos e de cegos durante a curta vida aqui neste mundo. Pense: “De Deus não se zomba, aquilo que uma pessoa plantar, isso colherá” (Gálatas 6.9). “HOJE SE OUVIRDES A VOZ DO SENHOR, NÃO ENDUREÇA O SEU CORAÇÃO” (Hb 4.7).

Do site:

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Uma analfabeta da vida

Posted: 22/04/2010 in Pois é...

Estava procurando umas coisas legais na net e me deparei com esta notícia de uma atriz global famosa afirmando que Jesus não é o Filho de Deus. Não por isso, mas, pelo fato de ela ter representado sua mãe no “mega evento” da Paixão de Cristo. Querendo inovar, demonstrou apenas ser, como o título sugere, uma “analfabeta da vida”.

Veja a matéria completa no Gospel Mais!

Desmascarando o Coelho

Posted: 01/04/2010 in Opinião, Pois é...

UM POUCO SOBRE A FALSA PÁSCOA

1 – ORIGEM DA PÁSCOA ATUAL

Sabemos que atualmente a “Páscoa” sofre alterações a cada ano. “A presente variação de tempo foi estabelecida pelo Romanismo primitivo misturado com um festival pagão muito antigo da primavera para a deusa da primavera. Esta data foi fixada no domingo imediatamente após o 14º dia da lua pascal que aconteceu sobre ou primeiramente após o equinócio vernal.”
No Concílio de Nicéia, mais uma vez vemos Roma adulterando as datas das Festas do Eterno Deus de Israel, para se distanciarem dos judeus, e coincidirem com os cultos aos deuses venerados pelo rei Constantino e sua turma.

2 – A “DEUSA” DA PRIMAVERA

A Babilônia “rainha dos céus,” Semíramis, esposa de Nimrod, é a precursora de uma série de “divindades” de diferentes culturas: Astarte e da Vênus dos gregos, Juno do latim, Ashtoreth dos Sidonianos, Ishtar dos Babilônios, e de Eostre, deusa da primavera, dos primitivos Anglo-Saxões. Os druidas possuíam festivais religiosos em sua honra e ao deus-sol em Abril, chamando de a “Easter Monath”. É desta expressão que vem a palavra “Pascoa”, que vergonhosamente foi colocada como tradução de “Pessach” em algumas traduções populares da Bíblia para o Inglês chama-se ‘Easter’ (como a King James, por exemplo).

A deusa Ishtar, ou Eostre, foi adorada como sendo a deusa do amor e da fertilidade, e como a vida da natureza. Na mitologia babilônica esta “rainha dos céus” foi adorada como a deusa do impulso sexual. Na Enciclopédia Hastings de Ética Religiosa, p. 117, nós lemos sobre essas “antigas páscoas”:

3 – ORIGEM DA “QUARESMA”

A chamada “quaresma” é uma prática de origem puramente babilônica. No inglês, esta época é chamada de “Lent Season”, e vem da palavra saxônica “Lenct”, significando “primavera. ” As religiões pagãs primitivas do México também comemoram quarenta dias em abril. A origem desta comemoração está nos quarenta dias no equinócio vernal em Abril, celebrados pelos adoradores do demônio do Curdistão, em honra ao deus-sol. Esta prática foi trazida da Babilônia em 2000 AC. Sua origem está no “lamento por” Tamuz. O deus-pagão Tamuz era supostamente a reencarnação do marido de Ishtar/Semíramis, chamado Nimrode. Na primavera, celebrava-se o renascimento dos mortos. Era um tempo de lamentação seguido por um dia de alegria. O Eterno Deus condenou Israel por tomar parte nessa celebração como vemos em Ezequiel. 8:13-14:  Ele me disse, ” Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem. ” Então trouxe-me à porta da casa do SENHOR que estava para o norte, e estavam ali mulheres sentadas chorando a Tamuz.

4 – COSTUMES MODERNOS DE PÁSCOA

Uma boa pergunta: que conexão tem colombas pascais, ovos, coelhos e roupas novas com a ressurreição de Yeshua HaMashiach/Jesus o Messias? Obviamente que a resposta é: Absolutamente nada! A origem moderna da “Colomba pascal”, um bolo feito em forma de cruz, é suficientemente explicada em Jer. 7:18; 44:17-19:

4.1 – OVOS DE CHOCOLATE

O costume de dar ovos em Abril provavelmente vem da teologia e dos costumes encontrados entre os egípcios, persas, gauleses, gregos e romanos, entre os quais o ovo era um símbolo do universo — o trabalho do ser supremo. Tingir os ovos pode ser proveniente dos Chineses. Os ovos eram o símbolo sacrificial dos druidas. Roma, mais uma vez fazendo adições à Palavra do Eterno, consagrou o ovo como sendo o símbolo da ressurreição do Messias.

Os antigos babilônios acreditavam que um ovo caiu do céu no rio de Eufrates e os peixes o rolaram à costa onde as pombas o fizeram chocar e de onde saiu “a rainha dos céus”, Ishtar. Desta forma, o ovo transformou-se num símbolo de Ishtar, deusa muito adorada pelos antigos, e é usado hoje por cristãos, enganados e iludidos  pensam que estão celebrando uma festa santa!

5 – O COELHO

A moda do coelho na Páscoa pode ter sua origem num paganismo antigo originário da região onde hoje fica a Alemanha. Às crianças eram dito que se fossem boas, um coelho branco colocaria dentro de suas casas enquanto elas estivessem dormindo, e em segredo, o maior número de lindos ovos coloridos, em cantos ímpares da casa. Assim, aparentemente teve inicio a inocente “caça aos ovos de Páscoa” das crianças. O coelho, para os antigos, era um símbolo da lua (a ligação entre o sol Venus ou Ishtar), ele que é um animal noturno. A lebre é o único coelho que nasce com seus olhos abertos. A palavra egípcia para lebre é “un”, que significa ” abrir “. Assim a lebre foi associada com a abertura de uma estação nova, a primavera, em Abril, no equinócio vernal. As lebres e os ovos eram também usados como simbolismo no Egito na abertura de seu ano novo, em que os ovos eram quebrados cerimonialmente.

Essa páscoa nada tem haver com a ordenada por Deus em Êxodo 11, 12 e 13.

A VERDADEIRA PÁSCOA

A páscoa que no original é pessach, (cujo significado é passagem) foi instituída da seguinte forma:

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

Na sua instituição,a maneira de observar a pascoa era da seguinte forma: o mês da saida do Egito(nisã-abibe) devia ser o primeiro mês do ano sagrado ou eclesiástico; e no decimo-quarto dia desse mês,entre as tardes, isto é, entre a declinação do sol e o seu ocaso, deviam os israelitas matar o cordeiro pascal e abster-se de pão fermentado. No dia seguinte, o 15°, a contar desde as 6 hrs do dia anterior, principiava a grande festa da pascoa, que durava 7 dias; mas somente o 1° e o 7° dias eram particurlamente solenes. O cordeiro morto tinha que ser sem defeito, macho e do 1° ano. Quando não fosse encontrado o cordeiro, podiam os israelitas matar um cabrito.Naquela mesma noite devia ser comido o cordeiro, assado, com pão asmo, e uma salada de ervas armagas, não devendo, além disso, serem quebrados os ossos. Se alguma coisa ficava para o dia seguinte, era queimada. Os que comiam a páscoa precisavam estar na posição de viajantes, cingidos os lombos, tendo os pés calçados, com os cajados na mão, alimentando-se apressadamente. Durante os 8 dias da pascoa não se podia comer pão levedado, embora fosse permitido preparar a comida, sendo isto, contudo, proibido no sabado(Ex.12).

Todo esse ritual apontava para acontecimentos futuros, ou seja, para o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” como declarou João Batista (João 1.29).

Jesus, O Filho de Deus, veio em carne, anunciou as Boas Notícias (evangelho), mas, não foi recebido. Foi caluniado e condenado à morte de cruz. E isso não pela vontade do homem, mas, pelo projeto divino.

Ora o homem desde a queda esteve morto espiritualmente. E Deus que é amor (1 João 4.8) compadeceu-se da situação humana, se esvaziou de sua glória e fez-se homem para morrer em nosso lugar. Isaias profetizou cerca de 700 anos a.C. sobre o nascimento vida e morte do Salvador. E essas profecias cumpriram-se no ministério de Cristo.

Da mesma forma como o sangue do cordeiro livrou os primogênitos hebreus da morte, o Sangue de Jesus nos resgatou do poder da morte espiritual, esta causada pelo pecado. De sorte que não há mais necessidade de sacrifícios anuais, visto que o Perfeito Sacerdote sacrificou o Cordeiro Imaculado Perfeito fez assim um sacrifício perpétuo no qual podemos nos valer para sermos salvos.

Agora somos salvos pela graça e por meio da fé, e não pelas boas obras para que ninguém se glorie. (Efésios 2.8).

É um erro grave comemorar uma festa pagã e dizer que é páscoa. Comparar o Cordeiro de Deus com uma lebre usada em rituais de adivinhação é uma blasfêmia.

Em minha opinião, ou faz do jeito que é para ser, ou muda de nome. Fica até melhor. Essa é a festa da hipocrisia. Durante todo o ano faço tudo o que não presta, ofendo o meu próximo, tiro vantagem do mais fraco, piso em cima do meu semelhante em nome dos meus ideais e depois hipocritamente durante uma semana denominada santa, distribuo esmolas e finjo uma piedade que não existe. Pelo amor de Deus o Senhor Jesus não nos ensinou a amar assim. O amor de Deu sé maior que isso.

O Senhor Jesus não se entregou em vão naquela cruz, foi para mostrar a altura e a profundidade do seu amor. Mesmo sendo Deus não se orgulhou, mas, humilhou-se até a morte e morte de cruz (Filipenses 2.6-7).

E esse amor ainda vale até hoje. Você tem acesso a esse amor. Essa salvação é dada por graça e por fé. Basta você receber esse presente de Deus em sua vida.

Jesus nos ama. Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E a sua Palavra diz que quem ama a seu próximo, cumpriu toda a Lei e excedeu em muito os sacrifícios. (Romanos 13.8 e Marcos 12.33).

Que o Senhor Jesus ache em sua vida um aporta aberta para entrar e fazer morada.

Pesquisa: Vivos

Ontem assisti o programa da Rede Globo – Por Toda a Minha Vida e vi até onde chega a pessoa que aposta todas as suas fichas em uma ilusão. Cazuza sem dúvida era um grande poeta e cantor, mas o brilho desse mundo o ofuscou e o fez trilhar um caminho sem volta.

É engraçado como a figura de Herói é colocada em alguém que é tudo que podemos reprovar em uma pessoa. Mas como o sucesso e a fama apaga essa imagem e própria mídia faz questão de esconder isso, só nos resta estar atentos no que estão passando para nossa juventude de hoje e PROTESTAR.

Protestar contra essa iversão de valores é o que devemos fazer. E os verdadeiros heróis? Anônimos e mesmo famosos que não são vistos com tanto glamour assim.

Não sou juiz de ninguém e não quero que me entendam por preconceituoso, mas dizer que podemos seguir o padrão de vida dele é demais.

Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza, escreveu o seguinte texto:

– ‘Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora. As pessoas estão cultivando ídolos errados.

Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.

Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.

São esses pais que devemos ter como exemplo?

Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora.

Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.

Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira -Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.

Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.

Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?

Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.

Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido ..

Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?

Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .

Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser ‘amigo’

de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.’

Karla Christine – Psicóloga Clínica

 

“Os anos de vida de Matusalém equivalem ao nosso ano de 365 dias.

matusalem

Viveu Matusalém 969 anos de 365 dias?”

(Carla Sofia, Contagem MG)

Precisamos dividir a presente pergunta em três. Primeira, se os anos antigos eram contados da mesma forma que em nossos dias. Segunda, se Matusalém viveu realmente 969 anos de 365 dias. E a terceira, que se deduz das anteriores, se os anos antigos correspondiam aos 365 dias modernos. A resposta a cada pergunta afeta diretamente a outra. Vejamos a história de nosso calendário e os desdobramos pertinentes a querela.

A história do calendário moderno está relacionada intrinsecamente ao romano, desde os idos de 735 a.C. O calendário latino era baseado no ciclo lunar e possuía 304 dias, divididos em 10 meses, seis com 30 dias e quatro com 31, com semanas que duravam 8 dias e, depois de 321 d.C., passaram a 7 dias. A partir do governo de Juliano, o calendário deixou de basear-se no ciclo lunar para basear-se no ciclo solar, constando de 365 dias e seis horas. A cada quatro anos, o calendário Juliano somava as seis horas não computadas nos 365 dias (6×4=24), estabelecendo mais 24 horas ou 1 dia e, conseqüentemente, o ano bissexto. Muito tempo depois, no século 16, o papa Gregório 13 estabeleceu o calendário gregoriano ou moderno, com base na descoberta de que não havia 365 dias e seis horas no ciclo solar, mas 365 dias, cinco horas, 49 minutos e 16 segundos. Atualmente, os astrônomos admitem que o ano tem, na verdade, 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46,04 segundos. Portanto, o calendário de 365 dias não corresponderia aos idos pré-diluvianos, pois se trata de observações modernas demais para aqueles dias.

Todavia, os egípcios, já em 4000 a.C, possuíam um calendário solar de 360 dias (calendário sótico), e acrescentavam aos 360 mais cinco dias, chamados de epagômenos. No final de quatro anos, com o surgimento da estrela Sirius, antes do ocaso do Sol, os egípcios atrasavam o calendário em cerca de um dia ou 24 horas. Alguns estudiosos, baseados nas descobertas mais recentes a respeito dos egípcios e babilônicos, admitem que o calendário de 360 a 365 dias não era impossível, uma vez que o narrador conhecia provavelmente o calendário egípcio e que vários astrônomos da antiguidade adotaram esse calendário, inclusive os romanos. Esta representa a minha posição.

Agora, a segunda pergunta. Certos críticos admitem que os anos correspondentes a Gênesis 5 sejam baseados nos ciclos lunares ou revolução sinódica (intervalo de tempo que separa as duas fases idênticas da lua, cerca de 29 dias, 12 horas e 44 minutos). Assim, um ano corresponderia a um mês e, para outros, de um a três meses. Logo, Matusalém teria tido entre 78 a 81 anos em vez de 969 anos (dividindo-se os anos por uma das variáveis de um a três). Porém, tal argumento não procede, porque aplicando-se o mesmo cálculo a Enoque, pai de Matusalém, ele teria gerado o seu filho longevo com  idade que variaria entre 5 e 8 anos, e Sete teria gerado Enos com 8 ou 11 anos. Há outras teorias igualmente inconsistentes. Logo, entendemos o texto literalmente, assim como faz vários biblistas. Matusalém viveu a idade que a Bíblia diz, segundo, provavelmente, o calendário egípcio. Se não for assim, não existe razão para que o tempo de vida do homem fosse reduzido para 120 anos em Gênesis 6.3 e 80 anos em Salmos 90.10. Devemos acrescentar que o propósito do hagiógrafo é registrar a longevidade da linhagem piedosa, em contraste com a linhagem impiedosa de Caim.

Esdras Bentho, pastor, pedagogo e teólogo. Autor do livro Hermenêutica fácil e descomplicada (CPAD). Blog: www.teologiaegraca.blogspot.com. 

Extraído do Mensageiro da Paz, Agosto 2009.

Trágica coincidência nos EUA

US-PLANE-CRASH

Em 24 de março, um avião particular caiu sobre um Cemi­tério em Montana (foro), Estados Unidos, matando 7 crianças e 7 adultos que estavam dentro dele. O detalhe é que o avião caiu exatamente no “Túmulo dos Não Nascidos”, um memorial às crianças que não tiveram direito de nascer naquele Estado por te­rem sido abortadas, e a família que pereceu no acidente é a fa­mília de Irving “Bud” Feldkamp, proprietário da maior rede de aborto para fins lucrativos dos Estados Unidos, a Family Plan­ning Associates. A empresa foi comprada quatro anos atrás por Irving, dono da Alicare and Hospitality Dental Associares e do Glen Helen Raceway Park em San Bernardino, Califórnia.

As 17 clínicas de Planejamento Familiar da Califórnia (leia-se: clínicas de aborto) realizam mais abortos no Estado do que qual­quer outro provedor de aborto ­incluindo a Planned Parenthood – e inclusive realizam abonos até ao quinto mês da gravidez.

Apesar de Irving nunca ter se declarado um abortista, ele aufere lucros oriundos de di­nheiro tingido com o sangue de dezenas de milhares de be­bês assassinados mediante os abortos praticados a cada ano nas clinicas de sua propriedade. Seus negócios na indústria do aborto lhe permitiram, inclu­sive, desfrutar do turbo-hélice privado que estava usando para transportar sua família para uma semana de férias no The Yellowstone Club, um exclusi­vo resort de esqui para milio­nários. A aeronave caiu a cerca de 200 m do seu destino, ma­tando duas das filhas de Irving, dois genros e cinco netos, jun­tamente com o piloto e quatro amigos da família.

Mensageiro da Paz, maio 2009